quinta-feira, 26 de março de 2009

Desconhecido es tu, meu Deus!


Vagueando por sombras desconhecidas,
Escondo-me do espelho azul que me persegue,
Fujo do que me está a mudar.

Quero esquecer os sonhos que tenho,
E que já foram medos do Sol.
Tenho receio que se tornem comuns...

Como me pudes-te fazer isto?
Segundo a segundo modificas-te o que eu era,
Criança, que habitava o crepusculo...

Senhos dos Homens que te esquecem
Indominável, tu! O tirano, o justo!
Tempo, que tudo trasformas...

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